Ficha de Inscrição
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

LUIS MELO

Ator e coordenador artístico do ACT – Ateliê de Criação Teatral.

Formado pelo CPT (Curso Permanente da Fundação Teatro Guaira), trabalhou em Curitiba como ator e professor de teatro, sendo dirigido por Emílio de Biasi e Ademar Guerra. Em 1985 foi para São Paulo, integrando, durante dez anos, o Grupo Macunaíma, dirigido por Antunes Filho, participando dos seguintes espetáculos: Macunaíma, A Hora e a Vez De Augusto Matraga, Xica da Silva, Paraíso Zona Norte, Nova Velha História, Trono de Sangue / MacBeth, Vereda da Salvação e Gilgamesh. Por estes trabalhos recebeu os prêmios Mambembe, Shell, APCA, Molière e APETESP. Em 1996 encenou o monólogo Sonata Kreutzer, direção de Eduardo Wotzik, recebendo os prêmios Mambembe e APCA. Em 1997 estreou o espetáculo Salomé, direção de José Possi Neto. Em 1999 estreou o espetáculo Nijinsky - Divino Bufão, com direção de Rossella Terranova e Claudia Schapira.

Em cinema atuou em Terra Estrangeira, Jenipapo, Doces Poderes, Por Trás do Pano, Olga e Cafundó.Recebeu o prêmio de melhor ator categoria Curta-Metragem no festival Guarnicê de Cinema, São Luis do Maranhão, pelo filme Desterro.

Em televisão atuou na novela Cara e Coroa de Antônio Calmon, recebendo o prêmio APCA como revelação em TV, e o prêmio Revista Contigo, na mesma categoria. Participou das novelas O Amor Está No Arde Alcides Nogueira, Pecado Capital de Glória Perez, O Cravo e a Rosa, direção de Walter Avancini, A Padroeira, direção de Walter Avancini. Integrou o elenco das mini-séries Hilda Furacão direção de Wolf Maia, Auto da Compadecida de Ariano Suassuna, A Invenção do Brasil, direção de Guel Arraes, A Casa das Sete Mulheres, direção de Jayme Monjardin e JK direção de Denis Carvalho.

Inaugurou em 2001, juntamente com Nena Inoue e Fernando Marés, o ACT – Ateliê de Criação Teatral, espaço voltado à formação e experimentação nas artes cênicas. Pelo ACT, atuou nos espetáculos Cãocoisa e a Coisa Homem, direção de Aderbal Freire-Filho, recebendo o prêmio Troféu Gralha Azul como melhor ator e melhor espetáculo, e Daqui a Duzentos anos, direção de Marcio Abreu, recebendo o prêmio APCA como melhor ator.